quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Seja um Líder

O novo líder do século XXI deve ser diferente de tudo o que possa vincular a sua posição a um status de poder autoritário. Ao contrário, precisa desenvolver uma perfeita habilidade para conduzir sua autoridade, influenciando e motivando seus liderados, estimulando-os a contribuir para a realização do objetivo ou do projeto em execução. Deve socializar as responsabilidades de maneira sutil, vinculando o sucesso de cada membro ao sucesso do grupo. Obviamente, sempre será necessário exercer alguma forma de poder para liderar uma equipe. No entanto, o autoritarismo deve ser descartado e substituído por preceitos mais eficientes embasados em relações mais humanas.

Um líder deve ter sensibilidade - quase espiritual - para perceber e entender as necessidades prementes daqueles que pretende liderar. Deve ter uma personalidade otimista e positiva que inspire confiança, mantendo a equipe sempre entusiasmada.

O fator primordial para potencializar a sua capacidade de liderar está diretamente relacionado à sua capacidade de servir. Todas as relações sociais harmônicas são embasadas na troca. Uma empresa líder de mercado troca seus produtos por uma quantidade de dinheiro, que as pessoas estão dispostas a pagar, tendo em vista a sua real necessidade e o valor agregado. Assim é com a liderança: servindo aos seus colaboradores em suas necessidades, você tem um retorno garantido e proporcional à sua capacidade em servir bem.

O líder atual deve ser ativo e atualizado, buscando sempre um aprimoramento contínuo que amplie seus conhecimentos e suas habilidades para que possa transparecer confiança aos liderados. Além disso, deve dominar com maestria a área de atuação para que possa exercer seu papel com competência.

O novo líder deve ser ainda um profundo conhecedor da psique humana. Deve compreender e respeitar o lado abstrato da organização, aprendendo a trabalhar as diferenças de tal forma a criar uma equipe harmônica e cooperativa, onde todos os membros se sintam integrados e valorizados.

Todos os grandes líderes de fato são pessoas que se mostram capazes de dirigir um projeto com extrema paixão, sentimento e entusiasmo. Essa demonstração de amor, afeto e fé ao que se faz ou se pretende fazer, cativa as pessoas e as atraem como um imã, para perto de si. Pense nisso, se você estiver disposto a galgar algum posto de liderança.

Extraído do site: http://www.acasadoaprendiz.com.br/seja_um_lider.html

O papel do Gestor de Recursos Humanos

É inegável o importante papel que o gestor desenvolve em uma empresa. Contudo, faz-se necessária a constante mudança, atualização e desenvolvimento por parte do mesmo.


O gestor é uma peça fundamental nos RHs das empresas, é um agente transformador, responsável pelo gerenciamento de processos. Sendo que seu trabalho traz muitos benefícios para uma empresa. O gestor de RH no exercício de seu gerenciamento torna cada gerente responsável pela administração de seus próprios funcionários, deixa seus colaboradores mais satisfeitos com os produtos de RH, traz motivação e interação para equipe, apresenta rapidez na resolução de problemas de funcionários.

É claramente perceptível o importante papel desempenhado pelo gestor de RH em uma empresa, é ele quem orienta o líder para a obtenção dos objetivos estratégicos da empresa e mostra outra dimensão que afeta basicamente a forma de trabalhar com os processos de recursos humanos.




quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Ética

A ética está presente em todas as raças. Ela é um conjunto de regras, princípios ou maneira de pensar e expressar. Ética é uma palavra de origem grega com duas traduções possíveis: costume e propriedade de caráter. Vários pensadores em diferentes épocas abordaram especificamente assuntos sobre ÉTICA: os pré-socráticos, Aristoteles, os Estóicos, os pensadores cristãos (Patrísticos, escolásticos e nominalistas), Kant, Espinoza, Nietzsche, Paul Tillich etc.

O homem vive em sociedade, convive com outros homens e, portanto, cabe-lhe pensar e responder a seguinte pergunta: "Como devo agir perante os outros?" Trata-se de uma pergunta fácil de ser formulada, mas difícil de ser respondida. Ora, esta é a questão central da moral e da ética. Moral e ética, às vezes são palavras empregadas como sinônimos: conjunto de princípios ou padrões de conduta. Ética pode também significar Filosofia da Moral, portanto, um pensamento reflexivo sobre valores e as normas que regem as condutas humanas. Em outro sentido, ética pode referir-se a um conjunto de princípios e normas que um grupo estabelece para seu exercício profissional (por exemplo, os códigos de ética dos médicos, dos advogados, dos psicólogos, etc.).

As relações sociais internas à escola são pautadas em valores morais. Como devo agir com meu aluno, com meu professor, com meu colega? Eis questões básicas do seu cotidiano escolar. A prática dessas relações forma moralmente o aluno. Como já apontado, se as relações forem respeitosas, equivalerão a uma bela experiência de respeito mútuo. Se forem democráticas, no sentido de os alunos poderem participar de decisões a serem tomadas pela escola, equivalerão a uma bela experiência de como se convive democraticamente, de como se toma responsabilidade, de como se dialoga com aqueles que tem idéias diferentes das nossas. Do contrário, corre-se o risco de transmitir aos alunos a idéia de que as relações sociais são e devem ser violentas e autoritárias.

No que se diz respeito ao convívio escolar, as orientações didáticas gerais também são as mesmas para a solidariedade e para os demais valores: a prática e a reflexão são essenciais. Portanto, em se tratando de solidariedade, deve-se levar os alunos a praticá-la e a pensar sobre ela em conjunto com os outros valores. Oportunidades não faltam, na escola e fora dela, para tal prática.

Em sala de aula, ao invés de incentivar a competição entre os alunos ou a sistemática comparação entre seus diversos desempenhos, é preferível fazer com que eles se ajudem mutuamente a ter sucesso nas suas aprendizagens: aquele que já sabe pode explicar aquele que ainda não sabe, aquele que não sabe deve poder sentir-se à vontade para pedir ajuda, para perguntar, sem temer a vergonha de ser sistematicamente comparado com os outros e colocado em posição de inferioridade. O aluno que apresenta dificuldades não deve ser zombado ou humilhado; antes, deve ser incentivado por todos.